Esta semana resolvi experimentar germinar alguns rebentos. Ao todo são nove variedades. Cortei garrafas de plástico de 1,5 e 2 litros a meio, coloquei uma a duas colheres de sementes para rebentos em cada uma, enchi com água até menos de metade, tapei com rede de mosquiteiro segurando-a com um elástico. Agora estão a hidratar até amanhã. Depois eu descrevo as próximas etapas e resultado final.
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terça-feira, 19 de maio de 2009
Rebentos
Esta semana resolvi experimentar germinar alguns rebentos. Ao todo são nove variedades. Cortei garrafas de plástico de 1,5 e 2 litros a meio, coloquei uma a duas colheres de sementes para rebentos em cada uma, enchi com água até menos de metade, tapei com rede de mosquiteiro segurando-a com um elástico. Agora estão a hidratar até amanhã. Depois eu descrevo as próximas etapas e resultado final.
Na manhã seguinte, escoei a água pelo mosquiteiro, enchi os recipientes pelo meio, misturei tudo e drenei novamente, deixando-os com a rede para baixo, por 15 minutos, ter a certeza que ficavam húmidos mas não ensopados. Repeti esta operação por mais dois dias (3 ao todo).
Fiz uma salada de verdes com tomates cereja, queijo fresco uma mistura dos três rebentos que cresceram melhor, mais coloridos e saborosos: alfafa, feno grego e couve roxa. Para a próxima vou experimentar germinar estas três variedades na mesma "garrafa".
Até breve!
Manel
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Allium triquetrum
Numa oficina no CMIA de Vila do Conde, com o Carlos Venade, ouvi dizer que esta ervinha silvestre, aparentemente insignificante, é uma potente aromática. Parece cebolinho mas o caule e a flor, são muito mais fortes.
Prova disso, é esta manteiga que fiz, inspirada numa receita do Carlos.
Hoje à noite, ainda vou fazer uma omelete com esta erva e queijo. Depois digo-vos como ficou.
Aqui está ela. Deliciosa!
Até breve!
Manel
sábado, 21 de março de 2009
Caesar Salad para começo de Primavera
Adoro esta salada!
Vai daí, resolvi deixar duas versões desta receita em vídeo.
Esta primeira, é moderna e prática, com duas variantes: frango e salmão, muito interessantes.
A segunda, provavelmente mais próxima da original, onde não se usava pasta de anchova, nem maionese e servida apenas com alface romana em folhas inteiras, supostamente para serem comidas à mão. Diz-se ainda, que o Chef Cardini recusava-se a usar anchovas no seu molho. Parece que o leve sabor a este peixe assardinhado, provinha do molho inglês. Quem não gostar não ponha. Eu cá, acho que ficam bem. Há um truque para diminuir o seu gosto activo ou muito salgado que é demolhá-las por meia hora em água morna e depois escorrê-las numa peneira.
Por último, proponho uma versões "aportuguesadas". À primeira, no molho, substitui-se a pasta de anchova, por pasta de sardinha. Nos ingredientes da salada, coloco umas azeitonas pretas às rodelas e sem caroço, pimentos vermelhos assados às tiras e por último, posso optar na mesma por frango, salmão, ou ainda uma boa lata de filetes de sardinha em azeite, escorridos e cortados em pedaços grandes.
Há mitos e controvérsias à volta desta receita. Tudo pode ser lido no wikipédia. São dados biográficos do autor, bem como suposições e/ou factos sobre a sua criação.
apetite!
Manel
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